7 de junho de 2012
Momento?
e eis que no momento, nada. às vezes luta-se, mas ainda assim, sem a certeza do porquê. a vida dá voltas e voltas.. e volta também ela a ser o que já foi, a ser o que será. e andamos. e agarramos.. o momento.
1 de maio de 2010
"Amo-te Portugal
do calor de te amar,
sinto a pele pingar.
em mim. cetim. assim.
pingos que caem
e fazem-se rio de amor e de brio.
corro serra abaixo.
corro porque te quero tocar
porque isto é amar.
e de rio, faço-me mar.
e rio-me ao espelhar
o amor que é teu
um amor sem igual
tu és a minha praia,
Amo-te Portugal."
do calor de te amar,
sinto a pele pingar.
em mim. cetim. assim.
pingos que caem
e fazem-se rio de amor e de brio.
corro serra abaixo.
corro porque te quero tocar
porque isto é amar.
e de rio, faço-me mar.
e rio-me ao espelhar
o amor que é teu
um amor sem igual
tu és a minha praia,
Amo-te Portugal."
30 de setembro de 2009
como são as coisas...
às vezes encontramo-nos em situações que nos permitem avançar.. ou retroceder. até que ponto poderemos nós dizer qual o melhor caminho? com medo, avançamos em direcção ao desconhecido. sempre ouvi dizer que era melhor seguir que ficar parados na mesquinha ilusão do conforto efémero. mas muitas vezes a inércia que de nós se apodera é mais forte que a mais forte das forças. e ficamos presos no que fomos, sem nunca o sermos.
damos um passo de cada vez. mesmo quando à nossa frente se afigura a escuridão, sem sequer imaginar que o passo que damos é em terra firme ou já o precipício do fim da vida sem sentido. ainda assim, acredito que caminho, que avanço. devagar.
damos um passo de cada vez. mesmo quando à nossa frente se afigura a escuridão, sem sequer imaginar que o passo que damos é em terra firme ou já o precipício do fim da vida sem sentido. ainda assim, acredito que caminho, que avanço. devagar.
25 de setembro de 2009
12 de fevereiro de 2009
21 de janeiro de 2009
crescer??
ano novo, a mesma vida. novos vícios, velhos costumes.
o que define mesmo uma pessoa? aquilo que ela é? o que quer ser? o que foi? dizem que não se pode separar o tempo de uma mesma pessoa, mas apenas existimos no presente. será? não será isso apenas fruto da nossa imaginação?
perguntas... sem resposta.
o que define mesmo uma pessoa? aquilo que ela é? o que quer ser? o que foi? dizem que não se pode separar o tempo de uma mesma pessoa, mas apenas existimos no presente. será? não será isso apenas fruto da nossa imaginação?
perguntas... sem resposta.
15 de setembro de 2008
eu?
sou apenas o que vivo, o que escolho, o que sonho e o que desejo. sou contrastes, sou duvidas, dou (in)decisoes, sou eu 'as vezes.. outras.. tambem serei eu.sou erros, sou acertos, sou vontades, sou promessas, sou actos, sou desilusoes.sou isto que les, sou muito mais do que penso, espero ser mais do que julgas.sou aquilo que aos teus olhos pareCo, outras vezes sou mais, outras vezes sou menos.
acima de tudo sou pessoa, complexo, mau feitio.. que tento por vezes mudar. sou tentativas! sou quedas.. sou insintencias!
posso ser muito, posso ser pouco.. depende de quem tu es!
acima de tudo sou pessoa, complexo, mau feitio.. que tento por vezes mudar. sou tentativas! sou quedas.. sou insintencias!
posso ser muito, posso ser pouco.. depende de quem tu es!
30 de janeiro de 2008
Imperfeito
"- e se o mundo fosse perfeito?
- seria uma perfeição sem emoção..."
somos? um misto disto e daquilo, dos momentos que constantemente nos influenciam. seríamos nós felizes se não soubéssemos o que era a tristeza? ou limitar-nos-íamos a existir?
e ainda assim, acredito. inocência à flor da pele.
- seria uma perfeição sem emoção..."
somos? um misto disto e daquilo, dos momentos que constantemente nos influenciam. seríamos nós felizes se não soubéssemos o que era a tristeza? ou limitar-nos-íamos a existir?
e ainda assim, acredito. inocência à flor da pele.
24 de dezembro de 2007
Natal2007
como é que se diz?
"Feliz Natal e um Própero Ano Niovo"
sim, desejo isso...
mas desejo essencialmente duas coisas...
VOA ALTO E SÊ FELIZ!!
sim, por isso está ao teu alcance... sempre!!!
para todos um abraço, um beijo, muito carinho, todo o amor!
"Feliz Natal e um Própero Ano Niovo"
sim, desejo isso...
mas desejo essencialmente duas coisas...
VOA ALTO E SÊ FELIZ!!
sim, por isso está ao teu alcance... sempre!!!
para todos um abraço, um beijo, muito carinho, todo o amor!
11 de setembro de 2007
8 de julho de 2007
the beat goes on
The Beat Gos On - Bob Sinclar
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
Got to make the connection
The beat goes on
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
got to make the connection
Move with the times
Realize, it's a natural progression
and call once again
Feel the pause , share the love
One to one
We can now share the love
Without feel the way you scream because you know
That the beat goes on
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Love, lost and found
Like the beat
goes on anything at all
Now it's the time to relate
Take some positive actions
Hey, look at me
I'm the one
Got to make the connection
And we can build up what we started
With the rhythm in our heart
We'll celebrate the changes
Cause everyday the beat goes on
We can regenerate that song
And let the evolution take us to the places
That we've never been before
Oh!
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
Got to make the connection
The beat goes on
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
got to make the connection
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
Got to make the connection
The beat goes on
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
got to make the connection
Move with the times
Realize, it's a natural progression
and call once again
Feel the pause , share the love
One to one
We can now share the love
Without feel the way you scream because you know
That the beat goes on
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Love, lost and found
Like the beat
goes on anything at all
Now it's the time to relate
Take some positive actions
Hey, look at me
I'm the one
Got to make the connection
And we can build up what we started
With the rhythm in our heart
We'll celebrate the changes
Cause everyday the beat goes on
We can regenerate that song
And let the evolution take us to the places
That we've never been before
Oh!
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
Got to make the connection
The beat goes on
The beat goes on, nothing's wrong
With this sound
We can sing it forever
Hey, look at me
I'm the one
got to make the connection
21 de junho de 2007
MEC
Modelo de Estruturas do Conhecimento
possui 8 módulos, cujo desenho se pode considerar como:
a) Análise
M1 - de desporto em Estruturas do Conhecimento;
M2 - do envolvimento
M3 - dos alunos
b) Decisões
M4 - extensão e sequência da matéria
M5 - definição de objectivos
M6 - configuração da avaliação
M7 - criar progressões de aprendizagem
c) Aplicações (M8) - plano anual, mensal, de aula, de treino, individual
considera-se que o MEC possui dois tipos de conhecimentos:
1- conhecimento Declarativo (M1), isto é, o conhecimento do desporto, as disciplinas que o influenciam (fisiologia, biomecânica, pedagogia, psicologia); é o conhecimento das habilidades, dos conceitos transdisciplinares das ciências do desporto; é a estrutura e sequência; são os modelos e a verbalização.
2- conhecimento Processual (M2 a M8), ou seja, modelos teóricos de aprendizagem, introdução de variáveis, o "como ensinar", respeitando a idade, capacidade e diferenças individuais; é o planeamento, conhecimento pedagógico do conteúdo e instrução; é o desempenho de habilidades cada vez mais complexas.
o MEC simplifica a informação, reflecte um pensamento transdisciplinar, estrutura a matéria e serve de guia para o ensino/treino.
torna a abordagem mais específica, possui uma instrução comum a todas as actividades (ou desportos) e a análise parte do conhecimento do desporto. assim, liga o conhecimento acerca de uma matéria com a metodologia e as estratégias para o ensino/treino.
possui dois tipos de sequência:
base - topo
topo - base
possui 8 módulos, cujo desenho se pode considerar como:
a) Análise
M1 - de desporto em Estruturas do Conhecimento;
M2 - do envolvimento
M3 - dos alunos
b) Decisões
M4 - extensão e sequência da matéria
M5 - definição de objectivos
M6 - configuração da avaliação
M7 - criar progressões de aprendizagem
c) Aplicações (M8) - plano anual, mensal, de aula, de treino, individual
considera-se que o MEC possui dois tipos de conhecimentos:
1- conhecimento Declarativo (M1), isto é, o conhecimento do desporto, as disciplinas que o influenciam (fisiologia, biomecânica, pedagogia, psicologia); é o conhecimento das habilidades, dos conceitos transdisciplinares das ciências do desporto; é a estrutura e sequência; são os modelos e a verbalização.
2- conhecimento Processual (M2 a M8), ou seja, modelos teóricos de aprendizagem, introdução de variáveis, o "como ensinar", respeitando a idade, capacidade e diferenças individuais; é o planeamento, conhecimento pedagógico do conteúdo e instrução; é o desempenho de habilidades cada vez mais complexas.
o MEC simplifica a informação, reflecte um pensamento transdisciplinar, estrutura a matéria e serve de guia para o ensino/treino.
torna a abordagem mais específica, possui uma instrução comum a todas as actividades (ou desportos) e a análise parte do conhecimento do desporto. assim, liga o conhecimento acerca de uma matéria com a metodologia e as estratégias para o ensino/treino.
possui dois tipos de sequência:
base - topo
topo - base
31 de maio de 2007
Estrutura Pedagógica Renovada
o desporto tem uma capacidade aparente de se apresentar como neutro na construção do género, verificando-se o mesmo em relação à educação física na escola, onde todos são iguais, meninos e meninas. reside aqui um grande equívoco, que é a negação ao direito da diferença. assim, tende a ser considerado como "normal" e "natural" a importância dada aos jogos tidos tradicionalmente como masculinos, nomeadamente os jogos desportivos colectivos, em detrimento de outras práticas mais do agrado das meninas (e porque não, também dos meninos, uma vez senda apresentada essa opção).
a educação física e o desporto tem dificuldade em trabalhar com a diferença, sendo forçosamente preconceituosa, reforçando estereótipos. estes conceitos restringem a aprendizagem, incutindo a ideia (através do currículo, explícito, nulo ou oculto) hegemónica masculina, discriminado as meninas, mas também os meninos, pois não existe um modelo invariante e universal de género masculino. uma orientação hegemonicamente masculina silencia os/as menos aptos/as, provoca sentimentos negativos e acentua desigualdades.
apenas reconhecendo o princípio da alteridade e da equidade se contemplam as diferenças e se assegura a justeza nos processos educativos, desenvolvendo a cidadania, a auto-estima, melhorando a competência e fomentando o desejo de uma vida activa.
educação física de modelo único e tamanho único contraria o princípio antropológico que refere que os seres humanos são diferentes apesar das suas semelhanças.
a educação física debate-se com quatro tipos de problemas:
- dificuldade ancestral em ser reconhecida como disciplina académica
- dificuldade em valorizar práticas do mundo contemporâneo
- incapacidade de tratar os conteúdos sem estereotipar
- modelo curricular "desenvolvimento educacional"
um modo de alterar estas problemas seria:
- criar modelo curricular "educação desportiva" (Siedentop)
- criar modelo curricular "desporto para a paz" (Ennis)
para mudar, é necessário conceber, executar e avaliar novos modelos, devendo essa avaliação contemplar as percepções e representações dos/as alunos/as. tem de se manter os princípios vitais, como a cooperação, responsabilidade, mediação e resolução de conflitos, respeito pelas questões de género, preocupação com os outros, grupos coesos, tempo e oportunidade para aprender.
separar por sexos pontualmente e só quando estritamente necessário. todos passam por todos os papeis. só se aprende a desempenhar, executando.
educar para a cidadania, aumentando a motivação para a prática.
cabe ao professor/a motivar, supervisionar, entusiasmar, auxiliar, educar e co-educar.
a educação física e o desporto tem dificuldade em trabalhar com a diferença, sendo forçosamente preconceituosa, reforçando estereótipos. estes conceitos restringem a aprendizagem, incutindo a ideia (através do currículo, explícito, nulo ou oculto) hegemónica masculina, discriminado as meninas, mas também os meninos, pois não existe um modelo invariante e universal de género masculino. uma orientação hegemonicamente masculina silencia os/as menos aptos/as, provoca sentimentos negativos e acentua desigualdades.
apenas reconhecendo o princípio da alteridade e da equidade se contemplam as diferenças e se assegura a justeza nos processos educativos, desenvolvendo a cidadania, a auto-estima, melhorando a competência e fomentando o desejo de uma vida activa.
educação física de modelo único e tamanho único contraria o princípio antropológico que refere que os seres humanos são diferentes apesar das suas semelhanças.
a educação física debate-se com quatro tipos de problemas:
- dificuldade ancestral em ser reconhecida como disciplina académica
- dificuldade em valorizar práticas do mundo contemporâneo
- incapacidade de tratar os conteúdos sem estereotipar
- modelo curricular "desenvolvimento educacional"
um modo de alterar estas problemas seria:
- criar modelo curricular "educação desportiva" (Siedentop)
- criar modelo curricular "desporto para a paz" (Ennis)
para mudar, é necessário conceber, executar e avaliar novos modelos, devendo essa avaliação contemplar as percepções e representações dos/as alunos/as. tem de se manter os princípios vitais, como a cooperação, responsabilidade, mediação e resolução de conflitos, respeito pelas questões de género, preocupação com os outros, grupos coesos, tempo e oportunidade para aprender.
separar por sexos pontualmente e só quando estritamente necessário. todos passam por todos os papeis. só se aprende a desempenhar, executando.
educar para a cidadania, aumentando a motivação para a prática.
cabe ao professor/a motivar, supervisionar, entusiasmar, auxiliar, educar e co-educar.
22 de maio de 2007
13 de maio de 2007
rewind to remember
Eu vi
A minha alma gémea perto de mim
Eu sei
o que ela sente por mim
ela sente
e eu também sinto assim
o tempo passa e passa
a palavra passa a gesto
eu e ela tão perto
o amor ultrapassa
A minha alma gémea
Está aqui ao pé de mim
Minha loucura e minha paixão
E a confiança no meu coração
Nunca irei perder
Não Não Não Não
A minha alma gémea irás ser
Vivo
e sonho acordado
A minha
alma gémea aqui ao lado
Nem consigo respirar
Estou a sufocar
Ela está-se a aproximar
os meus nervos a aumentar
é possível assim amar
A minha alma gémea perto de mim
Eu sei
o que ela sente por mim
ela sente
e eu também sinto assim
o tempo passa e passa
a palavra passa a gesto
eu e ela tão perto
o amor ultrapassa
A minha alma gémea
Está aqui ao pé de mim
Minha loucura e minha paixão
E a confiança no meu coração
Nunca irei perder
Não Não Não Não
A minha alma gémea irás ser
Vivo
e sonho acordado
A minha
alma gémea aqui ao lado
Nem consigo respirar
Estou a sufocar
Ela está-se a aproximar
os meus nervos a aumentar
é possível assim amar
6 de maio de 2007
28 de abril de 2007
FADEUP team

Cima da esquerda para a direita: David Roque; António Dias (10); Carlos Pacheco (6); André Santos (7); Francisco Oliveira (9); Fernando Gonçalves (13); Jíri Prochazka (12)
Baixo da esquerda para a direita: José Rocamora (11); Ivo Pereira (4); António Barreiros (5); Luís Macedo (15); Rúben Andrade (8); Filipe Biscoito (14).
Em falta: Ondrej Stych
Equipa FADEUP 2006/2007 - Vice-Campeã Nacional de Basquetebol Universitário
estou orgulhoso de toda a equipa...
Toda a gente está na casa põe as mãos no ar!!!
4 de abril de 2007
coisas
está aí a Páscoa... a passagem, dizem! vamos a ver qual é a minha!
entrei hoje de férias... já merecidas! são apenas 7 dias, mas sempre é melhor que nada! depois começa logo a segunda fase da cnb2.. e começamos com jornada dupla na Madeira! antes fosse mais lá para maio... mas na boa!
ontem um dos meus meninos deu-me amêndoas de chocolate.. e eu distribui por todos!
hoje quero ir comprar a prenda para o meu menino!.. a ver...
de resto... cá se vai!
entrei hoje de férias... já merecidas! são apenas 7 dias, mas sempre é melhor que nada! depois começa logo a segunda fase da cnb2.. e começamos com jornada dupla na Madeira! antes fosse mais lá para maio... mas na boa!
ontem um dos meus meninos deu-me amêndoas de chocolate.. e eu distribui por todos!
hoje quero ir comprar a prenda para o meu menino!.. a ver...
de resto... cá se vai!
29 de março de 2007
modelo actancial de Greimas
este modelo procura explicar todo e qualquer texto através das histórias míticas. assim, o desporto sendo um fenómeno social total pode ser explicado através do mito, e a tradução da sua narração através do modelo actancial mitológico de Greimas.
segundo o autor, existem seis questões que se colocam a qualquer texto de natureza mitológica:
1- quem torna possível a conquista do quê?
2- quem procura conquistar o quê?
3- o que se pretende conquistar?
4- quem conquista esse objecto?
5- quais são os elementos que favorecem a conquista desse objecto?
6- quais são os elementos que se opõem à conquista desse objecto?
as respostas a estas seis questões traduzem-se nos seis elementos (ou actantes) fundamentais do discurso mitológico:
resposta à 1- dá-nos o Destinador (D1)
resposta à 2- dá-nos o Sujeito (S)
resposta à 3- dá-nops o Objecto (O)
resposta à 4- dá-nos o Destinatário (D2)
resposta à 5- dá-nos o Adjuvante (Adj)
resposta à 6- dá-nos o Oponente (Op)
este modelo pode ser aplicado ao desporto, à religião e à política, revelendo assim a ligação entre elas.
tema para próximos post's!
segundo o autor, existem seis questões que se colocam a qualquer texto de natureza mitológica:
1- quem torna possível a conquista do quê?
2- quem procura conquistar o quê?
3- o que se pretende conquistar?
4- quem conquista esse objecto?
5- quais são os elementos que favorecem a conquista desse objecto?
6- quais são os elementos que se opõem à conquista desse objecto?
as respostas a estas seis questões traduzem-se nos seis elementos (ou actantes) fundamentais do discurso mitológico:
resposta à 1- dá-nos o Destinador (D1)
resposta à 2- dá-nos o Sujeito (S)
resposta à 3- dá-nops o Objecto (O)
resposta à 4- dá-nos o Destinatário (D2)
resposta à 5- dá-nos o Adjuvante (Adj)
resposta à 6- dá-nos o Oponente (Op)
este modelo pode ser aplicado ao desporto, à religião e à política, revelendo assim a ligação entre elas.
tema para próximos post's!
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