este modelo procura explicar todo e qualquer texto através das histórias míticas. assim, o desporto sendo um fenómeno social total pode ser explicado através do mito, e a tradução da sua narração através do modelo actancial mitológico de Greimas.
segundo o autor, existem seis questões que se colocam a qualquer texto de natureza mitológica:
1- quem torna possível a conquista do quê?
2- quem procura conquistar o quê?
3- o que se pretende conquistar?
4- quem conquista esse objecto?
5- quais são os elementos que favorecem a conquista desse objecto?
6- quais são os elementos que se opõem à conquista desse objecto?
as respostas a estas seis questões traduzem-se nos seis elementos (ou actantes) fundamentais do discurso mitológico:
resposta à 1- dá-nos o Destinador (D1)
resposta à 2- dá-nos o Sujeito (S)
resposta à 3- dá-nops o Objecto (O)
resposta à 4- dá-nos o Destinatário (D2)
resposta à 5- dá-nos o Adjuvante (Adj)
resposta à 6- dá-nos o Oponente (Op)
este modelo pode ser aplicado ao desporto, à religião e à política, revelendo assim a ligação entre elas.
tema para próximos post's!
29 de março de 2007
26 de março de 2007
Roulette - System of a Down
I have a problem that I can not explain
I have no reason why it should've been so plain
I have no questions but i sure have excuse
I lack the reason why I should be so confused
I know, how I feel when i'm around you
I don't know, how I feel when i'm around you
Around You...
Left a message, but it ain't a bit of use
I have some pictures but what might be the deuce
Today you saw, you saw me, you explained
playing the show when running down the plane
I know, how I feel when I'm around you
I don't know, how I feel when i'm around you
I, I know, how I feel when i'm around you
I, don't know, how i feel when i'm around you
Around you...
I, I know, how I feel when i'm around you
I, don't know, how I feel when i'm around you
I, I know, how I feel when I'm around you
I, don't know, how I feel when I'm around you...
Around you...
Around you...
Around you...
Around you...
I have no reason why it should've been so plain
I have no questions but i sure have excuse
I lack the reason why I should be so confused
I know, how I feel when i'm around you
I don't know, how I feel when i'm around you
Around You...
Left a message, but it ain't a bit of use
I have some pictures but what might be the deuce
Today you saw, you saw me, you explained
playing the show when running down the plane
I know, how I feel when I'm around you
I don't know, how I feel when i'm around you
I, I know, how I feel when i'm around you
I, don't know, how i feel when i'm around you
Around you...
I, I know, how I feel when i'm around you
I, don't know, how I feel when i'm around you
I, I know, how I feel when I'm around you
I, don't know, how I feel when I'm around you...
Around you...
Around you...
Around you...
Around you...
15 de março de 2007
título?
pois, o dia passa. umas vezes tenho aulas, outras faço não sei o quê. nem sei bem porque decidi escrever hoje. vamos a ver que me apeteceu!
começei por por o título... qual seria? não me ocurreu mais nada a não ser "título?". maldito pensamento que a estas horas (como a quase todas as outras) não funciona como deveria. penso e penso e nada faço. sempre igual a mim mesmo, sempre diferente na igualdade!
"título?" poderia ser a minha busca pessoal para o significado da minha vida. hoje, em sociologia (aproveito para estudar), falavamos de pensamento mítico, que havia um destinador, um objecto, vários sujeitos, um destinatário, oponentes e adjuvantes. o prof disse que podiamos aplicar este discurso a tudo. e colocá-lo em função da minha vida? acho que também. mas às vezes custa descobrir qual a origem, qual o caminho e qual o fim... sendo que a morte é invariavelmente o fim. pelo menos da vida como a vivemos aqui.
continuo com a pergunta que pus no título deste post... e respondo deixando em aberto a resposta... "título?" começa em mim... o resto com o tempo (todo o meu tempo) descobrirei.
começei por por o título... qual seria? não me ocurreu mais nada a não ser "título?". maldito pensamento que a estas horas (como a quase todas as outras) não funciona como deveria. penso e penso e nada faço. sempre igual a mim mesmo, sempre diferente na igualdade!
"título?" poderia ser a minha busca pessoal para o significado da minha vida. hoje, em sociologia (aproveito para estudar), falavamos de pensamento mítico, que havia um destinador, um objecto, vários sujeitos, um destinatário, oponentes e adjuvantes. o prof disse que podiamos aplicar este discurso a tudo. e colocá-lo em função da minha vida? acho que também. mas às vezes custa descobrir qual a origem, qual o caminho e qual o fim... sendo que a morte é invariavelmente o fim. pelo menos da vida como a vivemos aqui.
continuo com a pergunta que pus no título deste post... e respondo deixando em aberto a resposta... "título?" começa em mim... o resto com o tempo (todo o meu tempo) descobrirei.
9 de março de 2007
no final da vida...
"desço as escadas, paro... viro-me... estás lá, realmente não pode ter sido apenas um sonho!
e realmente não foi. isso faz-me sorrir!... porque eu também sorrio... os meus lábios, os meus olhos, as minhas rugas, o meu coração...
sou um velho, mas ainda sou a criança que fui, a criança que busquei ser. aqueles momentos de inocência que antecedem uma ânsia crescente de querer mais (ou pelo menos tanto) estão presentes quando fecho os olhos e relembro tudo o que vivi... sem pena, sem mágoa, sem tristeza. apenas a minha liberdade de ser e sentir"
e realmente não foi. isso faz-me sorrir!... porque eu também sorrio... os meus lábios, os meus olhos, as minhas rugas, o meu coração...
sou um velho, mas ainda sou a criança que fui, a criança que busquei ser. aqueles momentos de inocência que antecedem uma ânsia crescente de querer mais (ou pelo menos tanto) estão presentes quando fecho os olhos e relembro tudo o que vivi... sem pena, sem mágoa, sem tristeza. apenas a minha liberdade de ser e sentir"
2 de março de 2007
22 de fevereiro de 2007
hoje
Hoje acordei quando o sonho me chamava,
hoje levantei-me quando a cama me aliciava,
hoje o dia começou cinzento,
hoje o meu pensamento era ainda mais lento.
Hoje para o carro fui a dormir,
hoje sem despertar tive de conduzir,
hoje para as aulas fui devagar,
hoje o código fui levantar.
Hoje a aula passou a correr,
sem que alguma coisa ficasse a saber,
hoje a casa vim almoçar,
com a família o café fui tomar.
Hoje a piscina estava em tratamento,
hoje na água parecia um jumento,
devagar, lentamente, continuava teimoso,
e o meu corpo estava nada formoso.
Hoje ficaram a lacrimejar os meus olhos,
nem sei se o cloro era aos molhos,
a prof diz que para os olhos arder,
o nível do cloro na água tem de descer.
Hoje também fui qualquer coisa lanchar,
quando cheguei foi só me sentar,
hoje comemos lá na cozinha,
veio a Fintas para não ficar sozinha.
Hoje também passei pelas brasas,
já estava a sonhar que tinha ganho asas,
hoje também vi o benfica a perder,
mas no fim também o vi vencer.
Hoje ainda vou eu para o treino,
é como se cuidadesse de um grande reino,
hoje o dia ainda é uma criança,
talvez pactue uma grande aliança.
Hoje apeteceu-me escrever em rima,
penso que está desde lá cima,
não vou ser avaliado, quero lá saber,
hoje escrevi só pelo prazer!
hoje levantei-me quando a cama me aliciava,
hoje o dia começou cinzento,
hoje o meu pensamento era ainda mais lento.
Hoje para o carro fui a dormir,
hoje sem despertar tive de conduzir,
hoje para as aulas fui devagar,
hoje o código fui levantar.
Hoje a aula passou a correr,
sem que alguma coisa ficasse a saber,
hoje a casa vim almoçar,
com a família o café fui tomar.
Hoje a piscina estava em tratamento,
hoje na água parecia um jumento,
devagar, lentamente, continuava teimoso,
e o meu corpo estava nada formoso.
Hoje ficaram a lacrimejar os meus olhos,
nem sei se o cloro era aos molhos,
a prof diz que para os olhos arder,
o nível do cloro na água tem de descer.
Hoje também fui qualquer coisa lanchar,
quando cheguei foi só me sentar,
hoje comemos lá na cozinha,
veio a Fintas para não ficar sozinha.
Hoje também passei pelas brasas,
já estava a sonhar que tinha ganho asas,
hoje também vi o benfica a perder,
mas no fim também o vi vencer.
Hoje ainda vou eu para o treino,
é como se cuidadesse de um grande reino,
hoje o dia ainda é uma criança,
talvez pactue uma grande aliança.
Hoje apeteceu-me escrever em rima,
penso que está desde lá cima,
não vou ser avaliado, quero lá saber,
hoje escrevi só pelo prazer!
21 de fevereiro de 2007
como eu vejo
"Finalmente, o telefone. De um salto, Raimundo Silva levantou-se, a cadeira empurrada para trás oscilou e caiu, e ele já ia no corredor, um pouco à frente de alguém que o observava sorrindo com suave ironia. Quem nos diria, meu caro, que tais coisas viriam a acontecer-nos, não, não me respondas, é perda de tempo dar troco a perguntas retóricas, várias vezes falámos disso, vai, vai, eu sigo-te, nunca tenho pressa, o que algum dia tiver de ser teu, meu há-de ser, eu sou sempre aquele que chega depois, vivo cada momento vivido por ti como se de ti respirasse um perfume de rosas apenas guardado na memória, ou, menos poeticamente, o teu prato de hortaliça e feijão branco, onde em cada instante a tua infância renasce, e não o vês, e não quererias acreditar que se fosse preciso dizer-to. Raimundo Silva lançou-se sobre o telefone, num segundo de dúvida pensou, E se não é ela, era ela, Maria Sara, que lhe dizia, Não o devia ter feito, Porquê, perguntou ele, desconcertado, Porque a partir de hoje não poderei não receber rosas todos os dias, Nunca lhe faltarei com elas, Não me refiro a rosas rosas, Então, Ninguém deveria poder dar menos do que deu alguma vez, não se dão rosas hoje para dar deserto amanhã, Não haverá deserto, É só uma promessa, não o sabemos, É verdade, não o sabemos, eu também não sabia que lhe mandaria duas rosas, e você, Maria Sara, por seu lado, não sabe que duas rosas iguais a essas estão aqui, num solitário, sobre a mesa onde há umas folhas escritas com uma história de um cerco que nunca aconteceu, ao lado duma janela que dá para uma cidade que não existe tal qual a vejo (...)"
José Saramago - História do Cerco de Lisboa
José Saramago - História do Cerco de Lisboa
17 de fevereiro de 2007
despertar
12 de fevereiro de 2007
e quem ganhou?
não se admite. outra vez...
como é possível ganhar a abstenção?
enfim, são as pessoas que temos... eu VOTEI!... como faço sempre. e faço-o como direito e dever!
ganhou a abstenção.
o português diz: "a mim tanto me faz, decide tu..."
eu faço parte dos cerca de 40% que votaram... e tenho orgulho nisso.
quanto ao referendo... parece qu o sim ganhou (???).
next level? russia!...
como é possível ganhar a abstenção?
enfim, são as pessoas que temos... eu VOTEI!... como faço sempre. e faço-o como direito e dever!
ganhou a abstenção.
o português diz: "a mim tanto me faz, decide tu..."
eu faço parte dos cerca de 40% que votaram... e tenho orgulho nisso.
quanto ao referendo... parece qu o sim ganhou (???).
next level? russia!...
8 de fevereiro de 2007
dez semanas, sem direitos

é assim... se a despenalização for avante, quais serão os direitos do abortado? nenhum. não tem capacidade de escolha, não tem a decisão da sua vida!... porque se dessem a qualquer um de nós a escolher entre a possibilidade de existir, ou a de nunca ter existido, acredito que todos nós responderiamos "VIDA".
então, como é possível afirmar que este é uma questão que apenas diz respeito à mulher?
a pergunta que vai a referendo é esta:
"concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?"
jamais poderia ser "por opção da mulher"!... jamais poderia ser por opção de alguém!
por isso disse e continuo a dizer...
vou votar NÃO.
6 de fevereiro de 2007
1 de fevereiro de 2007
30 de janeiro de 2007
a cor do céu
Azul quando está um dia azul,
cinzento quando o dia está cinzentão,
rosa às vezes, em manhãs de Verão,
laranja quando o dia está vai não vai,
negro, logo, logo, quando a noite cai.
(às vezes a noite vem devagarinho para não incomodar o dia)
- Boa noite, Noite - diz às vezes o dia."
Recomeça...
"Recomeça se puderes...
sem angústia e sem pressa
e os passos que deres
nesse caminho duro do futuro,
dá-os em liberdade...
enquanto não alcances não descances,
de nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
vai colhendo
ilusões sucessivas do pomar
sempre a sonhar
e vendo, acordado,
o lagro da aventura.
És homem, não te esqueças.
Só é tua a loucura
onde, com lucidez, te reconheças"
28 de janeiro de 2007
recomendaria o aborto? (3)
Um casal do interior já tem 3 filhos e vivem com muitas dificuldades.
O pai, sapateiro, resolve levar a mulher grávida e os filhos para a capital e tentar a sua sorte. As coisas acabam por não correr bem.
Recomendaria o ABORTO nesta situação ?
Se respondeu SIM, teria morto:

Amália Rodrigues
recomendaria o aborto? (2)
Uma senhora está grávida.
Já teve vários filhos, um deles morreu, o seu marido está na guerra e a ela pouco tempo de vida lhe resta.
Recomendaria o ABORTO nesta situação ?
Se respondeu SIM, teria morto:
Já teve vários filhos, um deles morreu, o seu marido está na guerra e a ela pouco tempo de vida lhe resta.
Recomendaria o ABORTO nesta situação ?
Se respondeu SIM, teria morto:

João Paulo II
27 de janeiro de 2007
recomendaria o aborto?
O pai é asmático, a mãe é tuberculosa.
Têm quatro filhos. O primeiro é cego, o segundo é surdo, o terceiro morreu e o quarto tem tuberculose. A mãe está de novo grávida.
Recomendaria o ABORTO nesta situação ?
Se respondeu SIM, teria morto:

Beethoven
25 de janeiro de 2007
sr. Silva
ontem faleceu o meu instrutor. ainda dava aulas de condução, sentiu-se mal, foi para casa... e já de lá não saiu.
com ele eu aprendi a conduzir, a manter a calma (pouca) quando conduzo e com ele passei no exame de condução.
o funeral é hoje, mas esta é a minha homenagem...
com ele eu aprendi a conduzir, a manter a calma (pouca) quando conduzo e com ele passei no exame de condução.
o funeral é hoje, mas esta é a minha homenagem...
23 de janeiro de 2007
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